Confessamos que a correria do dia a dia no privou de compartilhar muitos momentos agradáveis, de ao menos tentar descrever as delícias que saboreamos...
Em suma, botar a culpa no tempo serviu de álibi para ganhar tempo, apenas tempo...
Desejamos um Natal feliz e um Novo Ano de muitas surpresas agradáveis.
É como nos sentimos almoçando no Alfredo di Napoli. Com um chef particular e à nossa disposição!
Já estávamos há muito tempo querendo conhecer o Alfredo. Foi primeiro indicado pelo chef do Restaurante Madalena de São Bernardo, e depois, lemos muitas coisas maravilhosas e curiosas a respeito desse lugar inusitado. No Orkut tem até uma comunidade dedicada ao Alfredo di Napoli criada pelo Ranieri.
Para começar, fazer reserva é fundamental! O Alfredo só abre mediante reservas mesmo que seja apenas para uma uma pessoa.
Não há um cardápio fixo. O prato principal é escolhido na reserva. Se for com antecedência, pode-se escolher quase qualquer coisa... A forte tradição da casa é a grande quantidade de diferentes entradas. Quando fizemos a reserva, ele perguntou o que gostaríamos de comer. Escolhemos massa! Ele imediatamente falou no raviole com polpetone. Tamanha foi a propaganda dos atributos da massa, que não deu tempo de pensar em outra sugestão. Já estávamos convencidos!
O Alfredo, um italiano muito falante, nos recebeu com uma grande simpatia em seu restaurante, ou melhor, seu atelier gastronômico, como ele mesmo define. Uma casa pequena, com cerca de 4 mesas, repleta de obras de arte, antiguidades e enfeites curiosos. Tudo feito por ele mesmo, que é um artista plástico! Quando perguntamos como surgiu o gosto pela gastronomia, ele nos respondeu que faz por hobby e por prazer.
Nos mostrou a cozinha (muito simples, nada daquelas cozinhas profissionais), nos apresentou seu filho, que já se enveredou no mundo da gastronomia... Enfim, impossível imaginar ali, naquele momento que dali sairiam pratos deliciosos!
Começou a nos servir entradas... Uma melhor que a outra... E não parava mais! Todas muito saborosas, bem preparadas, bem temperadas e com ingredientes muito frescos! Todas explicadas sem nenhuma modéstia pelo Alfredo, que espera para confirmar que gostamos. E adoramos!
Escondidinho de bacalhau em creme de mandioquinha, pão italiano e azeitonas deliciosamente temperadas. Detalhe: o escondidinho de bacalhau não fazia parte das entradas. Ele havia feito para ele e a família almoçarem, mas acabou nos oferecendo... Espetacular!
Espetinho de lingüiça com queijo e pasteizinhos de queijo brie e de carne em molho de tomate
Bruschetas de tomate, manjericão e alho (essa entrada ele entregou na nossa mão e devoramos. A foto? Bom, não deu tempo!)
E o panzzerotti: massa de batata com recheio de queijo e casca crocante – para nós, a melhor!
Foi também servido o polpetone como primeiro prato. Maravilhoso, com casquinha crocante, que ele nem ousou em revelar o segredo quando perguntamos. Com zero de modéstia, o Alfredo disse que o polpetone dele é o melhor. E era, sem sombra de dúvida!
Quando o segundo prato principal finalmente chegou, foi difícil encontrar espaço para ele... Ravióli de carne com molho ao sugo. O manjericão foi colhido na hora em sua pequena horta, que fica (pasmem) na porta do restaurante!
Durante o almoço, o bate papo rolava solto. Nesse bate papo o Alfredo nos disse que assim que telefonamos, ele começou a preparar a massa e preparar a mise en place para deixar tudo pronto. Para isso, ele não nos pediu nenhuma garantia de que realmente iríamos. Daí pensamos que a coisa acontece mesmo na base da confiança. Mas já pensou se o cliente dá o cano?
Depois do banquete, pedimos a conta, e para a nossa surpresa...
... a conta veio acondicionada em uma caxinha de música! Ela veio enrolada e uma espécie de pergaminho e com uma caneta personalizada com o nome do restaurante. Em baixo da caixinha, havia uma calculadora (que não fotografamos), que rapidamente foi justificado delicamente pelo chef, que era para facilitar o cálculo na hora de dividir a conta!
Por fim, o Alfredo nos acompanhou até a porta, nos despedimos, fomos embora e ele também, afinal, o restaurante abriu somente por nossa causa!
O Restaurante Alfredo Di Napoli fica na R. André Vidal de Negreiros, nº 161 (Pç Rebouças), Ponta da Praia, Santos, SP Fones (13) 3261-4107 / 3261-8056 / 9709-5876.
Em uma bela e inspiradora tarde de outubro, chegando do almoço, resolvemos caminhar pelo quintal do prédio em que moramos e nos deparamos com a amoreira carregada e os frutos caindo de maduros!
Serviu para algumas reflexões sobre uma globalização que já existia muito antes de sabermos que bicho era esse!
A globalização que nos faz preferir hambúrguer a feijão com arroz, que nos faz preferir maçãs e peras a jabuticabas ou pitangas. A globalização que nos torna cada vez mais iguais, que deixa cada vez mais difícil encontrar comidas regionais em qualquer lugar que se vá.
Somos o país da biodiversidade, como já dizia Vaz de Caminha, “em se plantando tudo dá”. Por que temos tão poucas opções no dia-a-dia? Por que comemos sempre as mesmas frutas? Até mesmo em um hotel, o que seve no buffet do café da manhã? Papaias, melancias, abacaxis... É muita falta de criatividade, tanta falta de diversidade...
Quantas frutas “exóticas” ou “do mato” deliciosas brotam nos quintais em qualquer cidade brasileira? As calçadas de nosso bairro têm amoreiras, pitangueiras, bananeiras, nespereiras (no meu tempo chamadas de ameixas)...
A amora nem tem origem brasileira, mas faz parte das frutas que se dão bem em qualquer lugar, são deliciosas, e hoje não serão desprezadas!
Saiu o especial Veja São Paulo Comer e Beber 2009 - 2010 com a eleição dos lugares mais bacanas para se comer beber. A publicação de 500 páginas, vale como guia e dá boa uma orientada em determinadas buscas por tipo de comidas.
No entanto, em nossa avaliação, até porque paladar e gosto são algo muito particular, não concordamos com alguns estabelecimentos que levaram "o melhor" e "a melhor".
Mas viva as diferenças, o que importa é aproveitar.
Fomos conhecer a tão famosa festa das flores de Holambra, no interior de São Paulo. Holambra fica a 134 kilômetros da capital paulista. Fizemos um passeio "bate-volta".
A Festa das Flores (3 a 27 de setembro) como é conhecida, é um evento anual em que se celebra a chegada da primavera. Vistamos a cidade na véspera do término da Festa.
Colonizada por holandeses, a cidade revela construções típicas, bem acabadas e enfeitadas com muitas flores. Por todos os lugares haviam pessoas vestidas com típicos trajes holandeses.
A Festa oferece programações diarias como danças, a Parada das Flores, a Chuva de Pétalas de Rosas e palhaços que interagem com o público.
Árvore decorada com tamancos holandeses
Na gastronomia de Holambra encontra-se pratos típicos holandeses e doces feitos com flores comestíveis. No restaurante que fomos, havia chucrute, joelho de porco (eisben), a bisteca suina (kassler) muitos pratos preparados com batata e outras coisinhas mais.
Um dos passeios mais interessanteéo tour pelas plantações de flores. Através do tour é possível conhecer um pouco da cidade, o cultivo das flores e a sua comercialização.
Plantação de crisântemos zantedeschias e tulipas tulipas e orquídeas
Chuva de pétalas
Parada das Flores
Exposição de Flores
Além das muitas flores, Holambra é também de muitos doces.
Ao final do passeio, pode-se comprar os mais diversos souveniers, flores, plantas, comidas e doces. Ficamos nas flores e nos doces...
Foi motivo de grande satisfação saber que o programa Menu Confiança do canal a cabo GNT está apresentando desde o dia 07 de setembro um especial com a culinária da Amazônia.
O chef Claude Troisgros está percorrendo os estados do Pará e do Amazonas para apresentar a culinária local.
Com uma abordagem super divertida e descontraída, o chef mostrou as principais atrações, restaurantes e curiosidades que tivemos a oportunidade de conhecer quando estivemos lá neste início de ano. Adoramos ter revisto o Mercado Ver o Peso, a Tapioquinha do Mosqueiro, o restaurante Remanso do Peixe, a delicia dos sorvetes da Cairu... Ah! como não deu vontade de voltar!
Menu Confiança Segunda, às 22:00h Horário Alternativo: Terça às 13:30; Quinta às 12:00; Sexta às 07:00; Domingo às 17:00; Segunda às 09:30.
A 298 kilometros da capital paulista, a cidade de Paraty, no Rio de Janeiro (BR-116 (Rodovia Presidente Dutra) / SP-125 (Rodovia Oswaldo Cruz) / BR-101 (Rodovia Rio-Santos)reune o que há de melhor na gastronomia, cultura, passeios e muita diversão.
Por ser final de semana prolongado de feriado (7 de setembro), tivemos dificuldades em achar vagas em pousadas. Depois de muitos telefonemas, e-mails... encontramos a Pousada Eclipse.
Localizada próximo do Portal de Paraty, a pousada fica a 5 minutos do centro histórico, perfeita pra quem quer ficar longe do burburinho. Fechamos pacote de 3 dias a um preço bacana. A infra
estrutura é boa. Café da manhã excelente e atendimento atencioso.
O primeiro dia na cidade foi muito bom, com pouco sol e nada de chuva. Fizemos fotos incríveis!
A cidade impressiona pelo fato de haver muitas contruções dos séculos XVIII e XIX preservados. O calçamento das ruas é de pedras irregulares (conhecido como pé-de-moleque). Caminhar pelas ruas de Paraty é uma aventura. Além da atenção redobrada aos desníveis, poças d´água e até mesmo as inundações quando sobre a maré (um espetáculo à parte) é bom estar munido de um bom par de sapatos.
É muito comum encontrar pelas ruas artistas como cantores, artesãos e pintores...
Uma das atrações são os passeios de barco e de escuna. No pier localizado na baia de Paraty, é possível escolher dentre muitas opções e zarpar. Além dos passeios, a gastronomia de Paraty é muita rica. Não perdermos tempo e procuramos conhecer e experimentar o que podíamos.
Principal cartão postal de Paraty nublado em nossa visita - Imagem HDR by Edu.
Escuna na Baia de Paraty - Imagem HDR by Edu
Nossa primeira experiência gastronômica foi o almoço. Escolhemos um restaurante próximo à praça principal. Podemos dizer que não foi lá muito agradável, por isso preferimos não divulgar o nome do restaurante. Em suma, o atendimento foi demorado e a comida ruim e sem graça. O que redimiu em partes, foi o desconto de 10% na conta (sem pedirmos) por terem cometido um deslize - havia cabelo na comida. Péssimo! Resumo da história: bem que podíamos ter desconfiado que o restaurante estava vazio em plena hora do almoço.
Dispensamos o café e rumamos em busca de uma cafeteria. Encontramos o Café Blend Paraty. A cafeteria fica em casarão reformado. A casa tem como decoração objetos antigos e bancos de madeira. Pedimos café e mousse de maracujá. Divino!
Paraty é muita rica em sua gastronomia. Além dos peixes, os restaurante oferecem também comida variada. Lugar para comer é o que não falta. Difícil é escolher.
Não havíamos decidido onde jantar. Andando, pesquisando, acabamos ficando no La Pignatta, um restaurante italiano, instalado em uma antiga ruína do centro histórico da cidade.
De entrada, bruschettas e como prato principal, nhoque (só para o Edu). Confesso que "beliscar" alguns nhoques do Edu revelou uma experiência boa e ao mesmo tempo ruim. Boa porque estava demorando pra experimentarmos um nhoque de restaurante que fosse realmente muito bom. E a ruim é porque eu não estava lá muito disposta pra comer massa e fiquei na saladinha. Ah! se arrependimento matasse... O porquê desse arrependimento eu conto mais, logo abaixo.
A atmosfera do La Pignatta Ristorante
No dia seguinte, rumamos para Trindade. Não fosse o tempo prá lá de ruim, seria perfeito! Mesmo com o tempo nublado e garoa, o point principal estava lotado, intransitável. Ficamos menos de 3 horas.
Voltamos à Paraty com o objetivo de almoçarmos num lugar bem diferente - O Kontik i Restaurante loalizado na Ilha Duas Irmãs, a 10 minutos de barco. O restaurante oferece o transporte de barco até à ilha. O transporte não é cobrado, mas depois entendemos no valor final da conta. Valores à parte, o lugar é realmente de tirar o fôlego e vale muito a pena. A chegada até a ilha impressiona. A poucos metros se avista instalações com jardins bem cuidados e uma infra estrutura para receber com muito conforto. Soubemos mais tarde, que o lugar é procurado para festas, casamentos, etc. Na chegada, caminhando pelo deck, se vê em primeiro plano uma mini praia, com água claras. Avistamos uma família de divertindo...
O restaurante tem dois níveis e vista para o mar. O lugar onde ficamos, ao ar livre, dava pra se avistar vários barcos, escunas, lanchas e jet skis passando.
O cardápio do Kontik é composto por peixes, frutos do mar e carnes.
De entrada optamos pelo couvert que incluia azeitonas, ovos de codorna (tira-se a casca na hora) e a capponatta (refogado de abobrinha, berinjela, cebola, pimentão, uva passa, nozes e ervas) deliciosa!
Os pratos principais: a Helena optou pelo Duo de filé de Peixe recheado com camarão acompanhan de arroz de amêndoas. O Edu ficou com o Medalhão de filé de peixe recheado com camarão acompanhado de cenouras e brócolis em demiglace de laranja.
Duo de filé de Peixe recheado com camarão com arroz de amêndoas
Medalhão de file de peixe recheado com camarão acompanhado de cenouras e brócolis em demiglace de laranja
De sobremesa... Banana flambada com sorvete de creme
Depois do banquete fomos dar um passeio e descobrir os atrativos da ilha.
Um desses atrativos é uma familia de pavões. Feito inédito foi o de conseguirmos fotografar o pavão em seu mais pleno esplendor: com sua cauda aberta.
Lá também vivem galinhas d´angola...
Algumas das vistas da ilha...
O retorno foi até um tanto melancólico por termos que "deixar" aquele maravilhoso lugar. Mas, o que nos consolava é que o passeio ainda não havia terminado e muitas coisas agradáveis ainda estavam por vir.
Atracamos em terra firme e nos lembramos de delicioso café do Café Blend Paraty. Rumamos para lá.
Bolo de milho com côco, molhadinho, delicioso...
Encerramos nossa última noite em Paraty com um repeteco, um jantar no La Pignatta Ristorante. Nessa noite, estavamos decididos a repetir o nhoque da primeira noite. Tal qual foi a nossa decepção quando soubemos que o nhoque havia acabado. É, havia acabado e não sobrou nada! Ficamos decepcionados, mas nos contentamos com o ravioli de mussarela, que sem desprezo algum, estava maravilhoso! O Eduardo foi de molho pesto e a Helena ao molho ao sugo.
Ao pagarmos a conta, a nossa curiosidade foi tamanha que perguntamos sobre o nhoque. Nos explicaram que o nhoque é feito artesanalmente por uma cozinheira do próprio restaurante, e que naquela noite, muitas das porções vendidas foram exatamente a de nhoque. Nos convidaram para retornar no dia seguinte. Uma pena, mas explicamos que iriamos embora pra SP na manhã seguinte. O Edu pode não ter ficado arrependido, afinal de contas, ele experimentou, mas eu...
Na ensolarada manhã de volta pra nossa realidade, estávamos decididos a aproveitar até o último minuto. Depois do café, rumamos pra estrada com o objetivo de passar em algumas praias do litoral norte paulista. Paramos em São Sebastião/SP, batemos algumas fotos e rumamos direto e reto pela Rio-Santos, parando na Riviera de São Lourenço pra almoçar e... São Paulo!
Eis mais um lugar pra comer pizza de uma forma literalmente diferente - quadrada e por metro!
O Pedal é uma pizzaria que frequentamos esporadicamente. Faltava retornar lá, batermos umas fotinhos, pra depois registrarmos aqui. A pizzaria fica num casarão no bairro da Pompéia, zona oeste de São Paulo. A decoração é rústica, com uma série de quinquilharias penduradas pelas paredes e pelo teto. Há também jornais italianos antigos colados nas paredes de uma forma nada convencional.
Sabemos que pizzas por metro não é uma exclusividade do O Pedal. Já tivemos a oportunidade de experimentar as "quadradas" da Graminha, no bairro do Gonzaga, em Santos e tem em São Paulo também, no bairro de Pinheiros.
Ferraduras, caixa registradora, pedal de máquina de costura é uma das coisas que podem ser encontradas por lá!
Mas vamos ao que interessa; a pizza!
As pizzas, de formato quadrado, de massa fina e cobertura muito generosa são vendidas por metro, nos tamanhos 1/4, 1/2 e 1 metro.
A quadrada é servida já cortadinha em um tabuleiro retangular de madeira. O garçom deixa na mesa e..."self-service"!
Entrada: lasquinhas de alho poró
No nosso caso, 1/2 metro foi suficiente e ainda ainda levamos pra casa!
Nossas pedidas: 1/2 metro com a Pio (mussarela, presunto, palmito e cebolinha) e Tomate Seco (tomate seco, mussarela e rúcula) R$ 48,00
O Pedal fica na Rua Caraibas, 1265 - Pompéia Tel.: 11 3873-1468
O Restaurant Week é um dos mais importantes eventos gastronômico do mundo. Surgiu há 17 anos em Nova Iorque e hoje acontece em mais de 100 cidades de diversos países.
Sao Paulo é reconhecida internacionalmente pela sua gastronomia e por abrigar excelentes restaurantes nos quais se pode apreciar o melhor da culinária mundial. O Restaurant Week acontece entre 31 de agosto a 13 de setembro.
Esta é a 5ª edição do evento. São 202 restaurantes participantes que aceitaram o desafio de criar menus especiais a valores populares. Os menus são compostos por entrada, prato principal e sobremesa com valor fixo para todos os restaurantes: R$ 27,50 no almoço e R$ 39,00 no jantar.
Em homenagem ao Ano da França no Brasil, alguns dos restaurantes participantes na edição de inverno do SPRW prepararam pratos de várias nacionalidades com inspiraçao francesa.
O objetivo do SPRW, além de democratizar o acesso a alta gastronomia, é contribuir socialmente. Em todos os menus R$ 1 é acrescido a conta e destinada a Fundaçao Açao Criança.
Na última quinta 27, a Helena ouviu na Rádio Band News FM uma entrevista com a proprietária de uma tortaria (casa de tortas), a Pie in the Sky, na zona oeste de São Paulo. A entrevista era basicamente para explicar o conceito inglês de uma tortaria. Muito nos interessou muito pelo fato de não existirem tortarias na cidade (nos corrijam se estivermos errados) e ainda mais com sabor inglês! Os proprietários são uma brasileira, a Ana Claudia e um inglês, o Richard Preen, o criador das tortas.
Nos deparamos com uma casa vermelha, pequena, simples, sem nada de ostentação, mas com uma atmosfera muito agradável. Entramos e estava tocando rock inglês (The Clash) em alto e bom som. A decoração também vermelha, e nas mesas, bandeirinhas da Inglaterra. Nas paredes, quadros com reportagens da casa já publicadas em jornais erevistas. O cardápio é recheado de tortas doces, salgadas, (porções individuais e família), pastéis, acompanhamentos e linguiças artesanais de carne de vaca e de porco.
Fomos atendidos por uma das garçonetes, e a seguir, pela própria Ana Claudia, que explicou como são os pratos. Dentre tantas opções, optamos pelas tortas salgadas: Steak& Stout (carne cozida na cerveja preta e alho poró: R$ 11,00 )e a Steak & Blue Cheese (carne cozinha, roquefort alemão e cebolinha: R$ 12,00). Para acompanhar... Mashed Potato & Gravy(purê de batata com molho de carne: R$ 6,00) e Layered Potato (batatas com creme de leite fresco e alho R$ 5,00).
Confessamos que uma só porção + o acompanhamento seriam suficientes para nós dois tamanho era a fartura dos recheios. Carne macia, muito saborosa e comum tempero suavemente picante, e massa muito macia e leve.
Há uma rica carta de cervejas nacionais e inglesas. Nesse dia, estávamos "lights" e ficamos na água mineral e no refrigerante.
No fechamento da conta, conversamos com a Ana Claudia, que disse que a casa existe há 9 meses.
Pela proposta e pela variedade do cardápio, vale a muito pena voltar.
A casa aceita cartões para gastos acima de R$ 30,00. O restaurante trabalha com delivery, o" take away".
A Pie in The Sky fica na Rua Cayowaá, 1005A - Perdizes Tel.: 11 3862-1451
Sem muita inspiração para escolher onde almoçarmos, decidirmos cozinhar. O prato escolhido: nhoque de batata!
Escolhemos o "Livro Essencial das Massas" Editora Paisagem, como nosso guia. Com 304 páginas, o livro é um achado do Edu no que diz respeito à massas (secas, recheadas...), molhos e demais pratos acompanhados com massas e como fazê-los!
A esolha do tipo da batata é essencial para um bom nhoque. A batata ideal é a Baraka ou a Bintje. Como são bem sequinhas, não requer muita farinha. Esse é um tipo de batata que é dificilmente encontrada em supermercados. Nas feiras livres há em abundância. O que foi o nosso caso.
Ingredientes
- 3 kilos de batata Bintje cozidas, descascadas e espremidas - Farinhas de trigo à gosto - Sal à gosto
Molho - 1,5 kilo de tomates italianos maduros picados - 2 cenouras cruas bem picadas - 1 cebola picada - 1 talo de salsão - Salsinha - Pimenta do reino à gosto - Noz moscada à gosto - Sal à gosto - Azeite
P.S.: A receita original leva ovos, mas optei por não usá-los para não deixar a massa úmida.
Sem dúvida, a escolha da batata correta é sem dúvida o ponto principal. Nesse caso, a massa ficou macia, aveludada, leve e muito fácil de se trabalhar sem precisar de quilos de farinha de trigo.
Da preparação do molho ao gratinar...
A massa foi generosamente gratinada com queijo mussarela e parmesão frescos... e... voilà!
Para acompanhar, brusquetas e o vinho branco português Porta da Raversa.
Saúde e delicioso apetite!
- Média de gasto com ingredientes: R$ 20,00 - Tempo de preparo: 2,5 horas - Grau de dificuldade: fácil - Serve até 6 pessoas
Porta do Sol ou "restaurante do Paquito" ou simplesmente "Paquito".
Algo incrível, completamente diferente. Um restaurante maravilhoso disfarçado de boteco...
Apesar de caiçara, há 20 anos que não moro na cidade e tento desvendar o que há de bom na culinária santista. Algumas coisas boas, mas muito menos do que a cidade merece.
O Edu descobriu o Paquito na Veja Praia, lendo sobre os restaurante mais cotados da cidade. Foi lá que encontrou um interessante na Av. São Francisco, esquina com a Av. Senador Feijó. especializados em pescados. "Oras, mas nesse lugar não pode haver nada bom! Afinal, o centro está tão decadente e abandonado!" Quando passei pra ver, bom, realmente... apenas um boteco, um simples boteco! Infelizmente, as oportunidades de conferir foram poucas, o que dificultou num primeiro momento, e também, o restaurante não abre para o jantar e nem aos domingos.
Decidido a fazer mais pesquisas a respeito... Um "google" e foi encontrado o Paquito no Blog Blogasso do Marcão (está na lista dos blogs que seguimos). Não podia ter encontrado referência melhor: o cara é fanático pelo Paquito! Agora eu tinha que conferir.
Eu fui!... Fui de novo!... Mais uma vez!... Depois fomos (arrastei a Helena comigo), Outra!... Virei freguês! Viramos fregueses!
Não dá pra entender: o lugar é abaixo do normal, o prédio mal cuidado, que parece não passar por reforma há uns 30 anos! Ninguém passando pela rua pensaria em entrar ali. É um boteco velho de esquina, com uma portinha discreta, atrás de uma geladeira. A surpresa, é que finalmente atrás dessa portinha, esconde o pequeno-grande restaurante com poucas mesas, (devem caber no máximo umas 40 pessoas) cortininhas de pano na metade das janelas (para manter a privacidade), nas paredes, quadros, ilustrações, brasões de times de futebol... Em um armário perto da entrada, caixinhas vazias (acho... rs) de Viagra, Cialls (deve ser gozação, claro!). Em suma: o ambiente é aconchegante, gostoso de estar.
Lugar bem frequentado, filas e mais filas de espera no bar, que funciona como sala de espera. A propaganda do lugar é basicamente no boca-a-boca. Enquanto se espera por um mesa, dá-lhe uma deliciosa sangria preparada ali mesmo.
Depois de uma generosa espera, nos deparamos com um verdadeiro séquito de funcionários: Hostess: Paquito; Maitre: Paquito; Garçom: Paquito e Caixa: Paquito!! Ele nos entrega um cardápio escrito à mão (que varia a cada dia), em um pedaço de folha de caderno, com diversos pratos com peixes, frutos do mar, paella e algumas carnes. Na dúvida, ele explica, e se deixar, escolhe até o que você vai comer!
De entrada, são servidas torradas com deliciosos patês: azeitonas, berinjelas e pesto de manjericão.
Os pratos, não precisamos nem dizer, são um deleite! Frutos do mar como devem ser: frescos, saborosos, bem temperados!
Um prato serve duas ou até três pesssoas. Dessa vez, escolhemos a Meca Tailandesa com arroz à grega e fritas (não é de batata congelada!).
Como "sobremesa-padrão", nos deliciamos com bananas cozinhas com calda de maracujá.
O Porta do Sol ou Paquito fica na
Av. São Francisco, 218 - Centro
Santos/SP
Tel.: 13 3233-3406
P.S.:
- O Paquito não aceita cartões.
- Se não quiser esperar, chegue cedo!
- Moral da história: não se guie pelas aparências, elas nos enganam!
O Outback é um uma das nossas mais recentes descobertas. Até não muito tempo atrás, achávamos que era um restaurante de comida gordurosa e sem graça.
Fomos à unidade do Shopping Bourbon, na zona oeste. Nossa primeira experiência foi um deleite! Quando chegamos, havia fila de espera. Nos entregaram um bip, para quando vagasse uma mesa seríamos avisados. Não demorou muito e 30 minutos depois estávamos lá dentro.
O ambiente é bem descontraído e convidativo; com pouca luz e decoração alusiva à cultura australiana. Fomos recebidos por um garçom que se apresentou gentilmente e já nos trouxe uma entrada: meio filão de pão australiano (macio, delicioso, quentinho) com um potinho de manteiga branca. Pedimos um chopp (maravilhoso) enquanto decidíamos pelo prato. Fomos alertados pelo garçom que as carnes são levemente condimentadas. Ótimo, pois adoramos.
Até decidirmos pelo prato, pedimos o Blooming Onion (cebola gigante, frita e fatiada. acompanha molho picante). Espetacular!
Nossos pedidos:
- Grilled Pepered Strip (corte bem temperado acompanhado com golden potatoes (deliciosas batatas coradas levemente condimentadas). - Skirt Steak (fraldinha temperada acompanha garlic mashed potatoes (purê de batatas com alho).
O Outback é uma boa pedida para quando não se está com pressa. Normalmente a espera pode chegar de 40 minutos à 1 hora.
Nossa mais recente visita (no início deste mês) foi na unidade do Shopping Eldorado. Como não estávamos dispostos a aguardar muito, nos foi oferecido o salão externo, que havia acabado de abrir. Concordamos, mas, sentimos um grande diferença no atendimento. Como a casa estava lotada, sentimos que os garçons estavam e ficaram ligeiramente atrapalhados quando o ambiente lotou. Chegamos a ouvir clientes solicitando para serem atendidos e reclamando da demora. Mas a nossa surpresa foi quando alguns garçons decidiram mudar o lay out de uma mesa que desmontou, indo tudo abaixo.
Bom, no mais, acreditamos que tenham sido fatos isolados e que teremos sorte na próxima vez se não chegarmos tão tarde!
Média de preço para 2 pessoas: R$ 80,00/90,00
Outback Shopping Bourbon R. Turiassu, 2100, SUC N M 005 Perdizes Tel: (11) 3892-9993 / 3892-9994
Tá aí, a Pizzaria Bráz sem sombra de dúvida (em nossa avaliação), é uma das melhores pizzarias de São Paulo!
A nossa favorita é a Caprese: base de mussarela, fatias de tomate caqui, rodelas de mussarela de búfala artesanal, folhas de manjericão gigante e pesto de azeitonas pretas.
Nossa opção nesse dia foi a Caprese e a Favorita (se nos permite o trocadilho... a nossa favorita é a Caprese), que é uma seleção dos queijos talégio, pecorino, cacciocavalo e gorgonzola. Show!
Além das pizzas, há também entradas maravilhosas, como o pão de calabresa: pão de linguiça calabresa artesanal, assado em forno à lenha.
Média de preço das pizzas: de R$ 35,00 a 50,00
Essa é a de Moema Rua Graúna, 125 Tel.: 11 5601-0905
Navegando pela net, descobrimos que na sessão "Comidinhas" do Portal Veja São Paulo, foi publicado "A rota dos salgados". Lá, estão listados (podemos dizer) os melhores lugares para se comer coxinhas, esfihas, pastéis, bolinhos de bacalhau, empadas e outras muitas delícias.
Descoberto no Guia da Folha há uns 10 anos pelo Edu, o OraPois! é o nosso "português" preferido. O restaurante oferece um cardápio da culinária portuguesa a preços convidativos e muito justos.
É um restaurante concorridíssimo aos finais de semana. Não é muito difícil encontrar fila na porta. Nossa estratégia: chegar até as 12:30 ou após as 15:00h se não quisermos esperar. O restaurante está instalado em uma casa no bairro da Vila Madalena, na capital paulista. Com três agradáveis ambientes, a casa é decorada com louças portuguesas e quadros de regiões de Portugal. Ah! há uma filial na Serra da Cantareira que ainda não conhecemos.
O couvert é composto por pão, manteiga e azeitonas (pretas, miudinhas e deliciosas). Além do couvert, pedimos sempre uma porção de bolinhos de bacalhau.
Escolhemos o vinho Redondo - Roquevale, safra 2005.
A maioria dos pratos servem duas pessoas tranquilamente. Optamos pelo Bacalhau à Brás (bacalhau desfiado com cebolas, creme branco à base de natas e batatas fritas gratinado) acompanhado com arroz branco.
A sobremesa, o famoso Dom Rodrigo...
doce de fio de ovos, canela e ovos moles.
Uma curiosidade sobre esse doce: ele vem envolto em uma embalagem, que mais parece um presentinho. Tamanha foi minha ansiedade em comê-lo, que não o fotografei antes de abrir.
E o café... espresso e gostoso.
O Restaurante Ora Pois! fica na Rua Fidalga, 408 - Vila Madalena Tel.: 11 3815-8224
O Divina Itália é um restaurante do qual gostamos muito por alguns motivos básicos: o cardápio, o atendimento e o ambiente.
Localizado em um sobrado na Vila Madalena, o restaurante é um lugar perfeito para ir a dois. No térreo há um ambiente pequeno, para máximo 20 pessoas; o andar de cima, perfeito para comemoraçõess fechadas, e o externo, em um amplo jardim, coberto com uma tenda e com o chão forrado de britas.
O ambiente que ficamos tem decoração rústica, com tijolos aparentes e miniaturas de máscaras do carnaval de Veneza.
O cardápio e composto por massas dos mais variados tipos. Uma delas, que ainda não experimentamos são as pallotas, massa arrendondada recheada com alho poró, brócolis, queijo minas com molho branco e vermelho. A maioria dos pratos serve uma pessoa, exceto as lasanhas, que serve duas.
Pedimos o couvert simples: pão italiano e manteiga. O completo custa R$ 19,00.
Optamos por:
Nhoque de batata ao molho pesto
e...
Ravioli de vitela e linguiça calabresa ao molho bolonhesa
A sobremesa é um caso à parte. Não há como resistir ao creme de banana (banana batida com sorvete de creme) com licor de chocolate. É uma combinação perfeita, aveludada e deliciosa.
Creme de banana com licor de chocolate
O cafezinho é também uma atração à parte. O café de coador (delicioso) é servido em um mini bule, em mini xicrinhas em uma mini bandeja linda. Cute!
Média de gasto: de R$ 40,00 a R$ 90,00.
O Divina Itália fica na
Rua Mourato Coelho, 789 - Vila Madalena Tel.: 11 3814-3344
Reservamos o direito de curtir esse dia longe de qualquer restaurante ou bar da capital. Sabemos que a procura por pacotes românticos em hotéis e reservas em restaurantes e bares foi grande. Com isso, preferimos abrir mão de qualquer stress e curtimos a noite dos namorados comendo uma deliciosa fondue, especialidade esta, que o Edu domina com propriedade!
Pra acompanhar... pão italiano (aliás, não foi fáil encontrar pão italiano na zona oeste. Ficamos aguardando uns 20 minutos em uma padaria a espera desse pão. De acordo com o atendente, a quantidade de fornadas do "italiano" quase dobrou por conta da data. Tudo mundo queria!), batatinhas cozinhas (trouxemos a idéia de Gramado/RS) e o vinho branco argentino Trivento Chardonnay Chenin (boa relação custo/benefício), que por sinal, harmonizou excepcionalmente bem com os queijos.
No final de semana passado (6 e 7 de junho), fizemos um verdadeiro tour gastronômico na cidade de Santos/SP.
Sábado,07/06
No almoço de sábado, tínhamos como objetivo ir no RestaurantePorta do Sol (o restaurante do Paquito), especializado em pescados. Pelo horário, já prevíamos que estaria lotado. Dito e feito: fila de espera dentro e fora do restaurante. Esperar nem pensar! Sem um plano B, rumamos para o Café Paulista Restaurante.
Fundado em 1911, o Café Paulista tem como decoração, painéis e azulejos pintados à mão em todo o ambiente.
Dentre as muitas opções do cardápio, o restaurante oferece pratos com peixes, carnes, frango, além da tradicional feijoada aos sábados.
Enquanto decidíamos pelo prato, optamos por um couvert não muito interessante. Rabanetes (nada comum), azeitonas (carnudas e muito deliciosas) e torradinhas de alho e manteiga.
Decidimos pela Garoupa à Guanabara: garoupa grelhada com molho de camarão, servida com risoto de palmito (não é de arroz arbóreo). O prato é na medida para duas pessoas.
O café, mesmo de coador estava bom.
Média de gasto: de R$ 50,00 a R$ 100,00 (duas ou três pessoas)
O Café Paulista Restaurante fica na Praça Rui Barbosa, 8 - Centro - Santos/SP Tel.: 13 3219-5550
LancheÀ noitinha fomos dar um volta na orla e decidimos experimentar o hamburguer do Romildo, eleito pela Veja Praia 2008/2009 como o melhor quiosque de praia.
Localizado no Canal, 6, na Ponta da Praia o quiosque é simples, mas com um cardápio de lanches pra lá de variado.
Os hamburgueres da orla tem fama de serem gigantes, que se não tiver muita habilidade durante a comilança, é sujeira na certa!
Optamos pelo x-burguer completo (hambúrguer, queijo, presunto, maionese, vinagrete, milho e batata palha.
A maionese, o catchup e a mostarda são servidos à parte, em copinhos de plástico.
Os hamburgueres são servidos dentro de um recipiente plástico e fundo. Para entender a mecânica da comilança, primeiro se começa pela cobertura: milho, batata palha, e vinagrete, até chegar no hamburguer .
No final dessa cobertura, voilà, lá está o hamburguer prontinho pra ser devorado. É so envolver a embalagem, que já está no jeito, e mandar ver!
Podemos dizer que o hamburger é imbatível e dá show em muitas hamburguerias estreladas por aí.
Preço desse hamburguer: R$ 12,00
O quiosque do Romildo fica na Av. Bartolomeu de Gusmão, s/nº, Canal 6, Ponta da Praia Tel.: 13 3273-5813
Domingo, 07/06
No almoço, não tínhamos dúvida de que iríamos comer peixe novamente. Afinal, estávamos na "cidade do peixe". Fomos ao Almeida, também um dos tradicionais restaurante da Baixada. Como não poderíamos deixar de ser, iríamos nos deliciar com a Meca Santista (de novo!). Esse restaurante é um dos que mais frequentamos em Santos. E o incrível é que sempre pedimos a meca, mesmo havendo tantas outras deliciosas opções.
Comentários de Edu sobre a "cidade do peixe": "Apesar de santista e bairrista (o que para santistas normalmente é uma redundância), tenho muitas críticas em relação às opções de restaurantes de pescados na cidade. Apesar da cidade ter mercados com uma grande abundância de peixes e frutos do mar da melhor qualidade, o consumo de peixes está longe de ser tradição na cidade e poucos restaurantes oferecem boas opções de pratos (esperamos explorar todos!). Acredito que isso se deve em parte por a capital do nosso estado ser no interior, tendo exercido muita influência sobre o gosto alimentar do litoral. Outros estados que tem sua capital no litoral, ao contrário, têm tradição muito maior para o consumo de frutos do mar. Uma pena... Um produto tão mais abundante por aqui do que carne bovina, é consumido em restaurantes como uma excessão cara. Cheguei a ler em uma comunidade santista no Orkut, a recomendação do Vivenda do Camarão como uma boa opção para se comer camarão na cidade! Coisa de quem nunca comeu um bom camarão..."
Entrada: pão francês, torradinhas, manteiga e Original, claro!
Nossa pedida: Meca Santista. Esse prato, podemos dizer que é algo ímpar. A meca é preparada no espeto envolta em cebolas e camarões rosa. A combinação desse peixe com risoto de pupunha + farofa de banana + ovos cozidos, guarnecidos com fatias de abacaxi é pra lá de perfeita e harmoniosa.
O Restaurante Almeida fica na
Av. Ana Costa,1 - Gonzaga Tel: 13 3232-7508
À tardinha... São Paulo Café
Dispensamos o café do Almeida e fomos ao São Paulo Café tomar um espresso e comer um docinho. Essa cafeteria tem no cardápio bolos e tortas surreais! Em uma das vezes que fomos, experimentamos um bolo de banana com brigadeiro. Explêndido! Tamanha era a maravilha, que não hesitamos em perguntar quem havia feito. Tal qual foi a nossa surpresa quando a própria garçonete que nos serviu disse que foi ela quem tinha feito!
A cafeteria é bem pequena, mas tem um ambiente muito acolhedor. Tem revistas e jornais à disposição dos clientes.
Bolos e tortas à parte, fomos tomar um café e comer um docinho, claro. A cafeteria tem na carta os cafés do Santo Grão e diversos outras opções de cafés do mundo. Dentre os doces, ficamos com um bolo de abacaxi delicioso, molhadinho. Tentador!
O São Paulo Café fica na Av. Washington Luiz, 572 - Gonzaga
Podemos dizer que um bom um cafe é o "grand finale" para arrematar um almoço ou jantar. Quantas vezes já nos deliciamos com uma excelente refeição, mas o café...
Em nossa avaliação, o café da Cafeteria Treviolo oferece esse "grand finale" com muitas honras. Das muitas cafeterias estreladas que já conhecemos, para nós, a Treviolo oferece um dos melhores cafés da cidade.
Além dos cafés e das bebidas preparadas também com café, a Treviolo é também restaurante e oferece um cardápio que vai de carnes, frangos peixes, massas, lanches e deliciosas sobremesas. Dentre as sobremesas, as "xicrinhas", por exemplo, (brigadeiro, beijinho com brigadeiro, servido em xícaras de café) são um puro deleite!
A cafeteria peca quando fecha sem prévio aviso. Algumas vezes já fomos lá e demos com a cara na porta. Eles costumam fazer ponte em feriados.
A Cafeteria Treviolo fica na Av. Sumaré, 1200 - Perdizes Tel.: 11 3868-6994
Neste final de semana fomos visitar o Restaurante Telha, no bairro das Perdizes, em São Paulo. Sua especialidade: peixes e frutos do mar. Esse é um restaurante que o Edu estava louco pra conhecer, mas, por falta de oportunidade ... Acho que era para irmos juntos mesmo! :o)
O cardápio é variado. Além de oferecer peixes e frutos do mar, há também pratos convencionais com carne e frango.
Basicamente o cardápio é composto por vários tipos de moquecas. Chamadas de Telha, as moquecas são preparadas para duas ou três pessoas (no nosso caso, daria até para quatro), com as seguintes opções: robalo, abadejo, linguado, camarão rosa médio, mariscada (a famosa caldeirada), abadejo com camarão, linguado com camarão e salmão e filé de robalo com camarão.
Optamos pela Telha de Robalo (moqueca de robalo), que acompanha arroz branco e pirão de peixe.
Até a chegada do prato, nossa entrada foi casquinhas de carangueijo.
casquinha de carangueijo
e dentre as muitas e deliciosas opções fomos de...
Telha de Robalo (moqueca de robalo com arroz e pirão de peixe)
O tempero é bem agradável, mesmo sendo preparado com azeite de dendê, coentro, pimentões e muita cebola.
Um verdadeiro banquete!
O ambiente é descontraído e serviço e atendimento atenciosos. Aceita todos os cartões de crédito (exceto American Express) e débito, além de tickets restaurantes.
Média dos preços dos pratos: de R$ 50,00 a R$ 80,00 (serve até 3 pessoas)
Detalhe: o restaurante não abre aos sábados. Funciona de segunda a sexta das 11:00 as 15:00h, e domingos e feriados das 12:00 as 17:00h.
O café? Bom, dispensamos o da Telha e rumamos para a Treviolo Cafeteria da Av. Sumaré...
O Restaurante Telha fica na Rua Dr. Franco da Rocha, 723 - Perdizes (paralela à Av. Sumaré) Tel.: 11 3864-6033
O Restaurante Madalena, em São Bernando do Campo/SP posso dizer que é um "encontrado" do Edu. Esse restaurante foi apresentando ao Edu por uma colega de trabalho e desde então, ele nunca deixou de ir lá. Ele virou fã e sua frequência é tão grande que já ficou amigo do chef e dos funcionários. De tanto que ouço falar do restaurante, dos pratos diferentes e do cardápio variado, eu tinha que ir conferir. E fomos.
Uma das coisas que o Edu já havia me falado, era a variedade do cardápio e a quantidade de pratos oferecidos. Eu, como profissional da hotelaria e um pouquinho conhecedora da área de alimentos e bebidas, fico me perguntando como não deve ser o custo e a fartura do almoxarifado para comportar tanta diversidade. Boa parte do cardápio é composto por ingredientes bem brasileiros, como o pinhão, o cará, a mandioca e o inhame. O restaurante fica em um sobrado, em uma vilazinha no centro de São Bernardo.
Com um cardápio tão variado, fica difícil escolher. Enquanto não decidíamos, apreciamos uma entradinha regada à Original, claro.
A pedida da Helena
nhoque de mandioca com escalopes de filé mignon ao molho de tomates frescos e manjericão
a pedida do Edu Amigo jipeiro: polenta guarnecida com carne moída, pinhão, linguiça toscana, bacon e parmesão
Um verdadeiro banquete!
O restaurante aceita tickets em papel e o eletrônico Sodexo, cartão de crédito e débito. Não funciona com o eletrônico VR.
O Madalena fica na Rua Mario Zampieri, 45 - Centro - SBC Tel.: 11 4338-8142
Fomos conhecer e apreciar o Pasta & Basta no bairro da Pompéia na capital paulista. Nós já havíamos passado por lá quando o restaurante antes se chamava Mediterâneo e oferecia cardápio também da culinária mediterrânea.
O restaurante fica num sofisticado e aconhegante casarão. Há ambiente externo com uma varanda super bonita (onde ficamos) e mesas dentro da casa.
O atendimento foi atencioso, e o garçom mesmo simpático, se enrolou um pouco na hora de explicar os pratos.
ambiente externo
Entrada. Mais básica impossível. pão italiano com azeite de ervas
Nossos pedidos camarão com vodka e catupiry
e... arroz piamontese com salmão grelhado
Não pedimos sobremesa porque o prato não nos permitiu cometer esse deleite ;o). Nos contentamos em pedir apenas o café, e fomos agraciados com um bom Nespresso em xícaras da Illy. Nada contra o café da Illy mas, mero detalhe.
Pasta & Basta Rua Barão do Bananal, 583 - Pompéia Tel.: 11 3862-0710
As pizzas do Galpão da Pizza são umas das que mais apreciamos. A pizzaria fica numa rua residencial no bairro da Pompeia, em uma casa que por fora não dá pra imaginar a grandeza do lugar. O atendimento é super descontraído e atencioso. A decoração é rústica e a iluminação é com luz baixa e muitas velas, utilizando garrafas como candelabros. O Galpão da Pizza lembra muito o ambiente do Santa Pizza, pizzaria que aliás, também adoramos. A casa utiliza muitas velas e objetos antigos decoração.
Como já somos figuras frequentes, sabemos praticamente de cor e o que sempre queremos do cardápio.
Entrada (quase sempre a de sempre)
Lasquinhas de massa crocante com alho poró e parmesão salpicado
Pizzas Frango defumado: molho de tomate, peito de frango defumado, catupiry e folhas de manjericão
Napolitana: molho de tomate, tomates, mussarela e folhas de manjericão
O Galpão da Pizza fica na Rua Dr. Augusto de Miranda, 1156 - Pompéia Tel.: 3672-4767
Definitivamente Belém do Pará foi uma das viagens que mais nos surpreendeu. Surpreendeu pelas belezas naturais, a gastronomia e a educação e cordialidade com que fomos recebidos.
Algumas observações de nós, paulistas:
O belenense é muito receptivo e simpático aos turistas;
Não fomos intimidados em nenhum momento por pedintes ou flanelinhas. A cidade nos deu uma impressão de apresentar baixa violência (apesar das advertências que lemos antes da viagem);
Não vimos moradores de rua;
Boa parte dos motociclistas e seus caronas não usam capacetes (apesar disso correm menos riscos que os imprudentes daqui);
Os belenenses dirigem de forma muito tranquila (às vezes até demais!). Não têm a pressa dos paulistanos;
Observamos muito pouca presença de turistas na cidade, apesar do feriado prolongado de Tiradentes. A cidade parece não ter ainda emplacado como importante destino turístico apesar de tantos atrativos culturais e naturais;
A estrutura viária parece antiga e o número de carros muito grande, o que provoca muitos congestionamentos nos dias úteis;
Na segunda-feira muitos famosos restaurantes não abrem, mesmo sendo ponte de um feriado!!
A cidade tem grandes e modernos shoppings centers. Em um deles há um quiosque da Nespresso que serve o delicioso café a honestos R$2,80!! Bem diferente da loja paulistana que prefere manter o café como uma jóia restrita a poucos bicos;
Há algumas redes de hipermercados, todas diferentes das que temos aqui. Adotam o modelo do antigo Eldorado de São Paulo, com lojas de departamentos em pisos superiores;
Muitas calçadas são muito mal cuidadas. Há algumas intransitáveis, com montes de entulho e buracos. Ao mesmo tempo, algumas vias têm rebaixamento para pessoas com dificuldades de mobilidade e guias no solo para deficientes visuais;
A sinalização é muito ruim. Há poucas placas sinalizando o caminho para as atrações turísticas. Até perdemos a entrada para o aeroporto na volta por falta de sinalização. Usamos um GPS que nos ajudou muito (mas também nos irritou muito), já que a cidade está muito bem mapeada, mas muitas vias estão mapeadas com mão invertida.
Museu Paraense Parque Emilio Goeldi Av. Magalhães Barata, 376 - São Braz Tel/Fax: (55) 91-32193317 http://www.museu-goeldi.br/
Mangal das Garças
Vista do parque a partir do mirante
O parque antes de propriedade da marinha, se tornou uma das atrações mais belas de Belém. O Mangal das Garças fica às margens do Rio Guamá.
Há ainda fabuloso restaurante Manjar das Garças, que infelizmente não deu tempo de visitar.
Entrada para o Viveiro das Aningas / Guará vermelho
Margens do Rio Guamá e aningas no pier do Restaurante Manjar das Garças
Ave do Viveiros das Aningas e borboleta do Borboletário
O Mangal das Garças fica no Pass Carneiro da Rocha s/n (ao lado do Arsenal da Marinha) Bairro Cidade Velha - Tel.: (91) 3242-5052 Site: http://www.mangal.com.br/informacoes.htm
Casa das Onze Janelas
Uma das atrações da cidade. Além de oferecer um pouco de históricos, a Casa da Onze Janelas, também abriga um bar/restaurante maravilhoso. O Boteco das Onze funciona como restaurante durante o almoço e no jantar, oferece umas das melhores happy hours da cidade.
Casa das Onze Janelas
Foi no Boteco das Onze que nos deliciamos com um dos melhores pratos no almoço. Um banquete!
"Porta folha" de filhote recheado com salmão e tomate cassê, servido com arroz de jambú e batata soutê.
Filhote é um peixe da amazônia muito saboroso de carne muito branca e tenra
Em tempo: O jambu é uma erva que causa uma leve dormência na boca. Mas misturado ao arroz, a dose de dormência foi bem levinha. Interessante!
Ilha do Mosqueiro Um dos distritos de Belém que tem praia de rio. Mosqueiro é uma ilha fica à 40,5 kilômetros de Belém
Essa é a Praia do Farol
Casquinha de carangueijo com farinha de mandioca temperado com tucupi e uma Cerpa.
Aliás, a Cerpa é do Pará (coisa que não imaginávamos). Aqui em São Paulo, é considerada uma cerveja premium e tem um preço diferenciado em relação às demais. Tem até em latinha.
Não resistimos e voltamos no dia seguinte para o jantar... Ravioli aos quatro queijos com filé de pescada amarela recheada com queijo branco e tomate seco.
Passeio Fluvial Furos e Igarapés
Passeio de barco pela Baía do Guajará.
Durante o percurso é possível ver casas das comunidades ribeirinhas na beira do rio, os furos (canal sem correnteza própria, que corta uma ilha fluvial) e igarapés (pequeno riacho que em seu baixo curso cruza floresta de várzea).
Essa é a vida que queríamos ter... :o)
Comunidades ribeirinhas
Castanha-do-Pará.
As castanhas ficam armazenadas em uma cápsula muito parecida com a do côco. Tirar as castanhas de dentro não é muito simples, e requer muita força e habilidade. Dentro desse côco haviam 18 castanhas.
Essas são sementinhas são de urucum.
Ficamos impressionados com a beleza e o poder de colorir que a semente tem. Os índios a utilizam para fazer pinturas no corpo.
Pato no Tucupi Esse é o Pato no Tucupi do Restaurante Lá em Casa. Um dos principais pratos da culinária regional.
Confesso que não tive coragem de encarar, pois soube que o tempero é um pouco forte e fiquei com medo de ter uma pequena indisposição :o) Quem encarou esse pratão foi o Edu.
Essa foi a minha opção
Filé de pescada amarela ao molho de camarão e arroz branco do Lá em Casa. Mais light impossível!
O Restaurante Lá em Casa é um dos restaurantes de Belém que oferece pratos típicos da culinária regional.
Esse fica na Estação das Docas
E de sobremesa... Sorvete de tapioca e bacurida Cairu
Sorvetes em Belém, é algo assim, e-s-p-e-t-a-c-u-l-a-r. Em particular, os sorvetes da Cairu. São maravilhosos! Nos deliciamos com os sorvetes de tapioca, açaí, ameixa, castanha do pará e bacuri. A sorveteria oferece mais de 60 sabores, dentre eles, os de algumas frutas exóticas como: cupuaçu, murici, sapoti e graviola. Difícil, viu? :o)
À tardinha fomos atrás da melhor tapioca da cidade, a Tapioquinha de Mosqueiro.
Tapioquinha de Mosqueiro. Tem mais de 70 sabores
Tapioca completa (queijo, leite condensado, côco ralado e manteiga) e de manteiga com queijo
Tapioca de brigadeiro
Ver-o-Peso e o Mercado de Peixes
No Mercado de Peixes há vários quisques com peixes, pescados e frutos do mar à venda. Ficamos impressionados com a variedade e o tamanho dos peixes. Eram tucunares, tambaquis filhotes, douradas, camarão, etc.
O Ver-o-Peso é um entreposto do Mercado de Peixes e lá encontra-se frutas, temperos, farinhas de todos os tipos, castanhas, artesanato, bijouterias, além também, dos quiosques de comes e bebes. Um dos que nos atraiu é o de açaí com peixe frito. Como ainda era cedo, e tínhamos praticamente acabado de tomar café, não estava nos nossos planos comer peixe, mas um açaí , talvez.
Mercado de Peixes e Ver-o-Peso às margens da Baía do Guajará
Farinhas de Mandioca
Uma das coisas curiosas do povo paraense, é que colocam farinha de mandioca em quase tudo que comem. Aliás, acabamos de lembrar que quando visitamos aquela comunidade ribeirinha no passeio de barco, comemos castanha do pará com farinha d´água. Segundo a guia do grupo, o sabor fica diferente.
As farinhas do Mercado Ver-o-Peso
Açaí com farinha de mandioca
Açaí com farinha de madioca
No passeio pelo Ver-o-Peso e encontramos vários tipos de farinhas, branca, amarela e algumas variações como grossa e fina e derivados como goma e tucupi. Voltinha vai, voltinha vem, não resistimos. Ver a fruta fresca sendo processada na hora e se transformando naquele creme fresco que dificilmente veremos aqui em São Paulo. Ah! foi dificil resistir. Acabamos até sucumbindo ao peixe. E para não contraiar as tradições paraenses, comemos açaí com farinha e peixe frito, claro!
Açaí com peixe frito (esse é o dourada)
Ver-o-Peso Av. Castilhos França, s/n - Campina
Icoaraci
Na véspera do nosso último em Belém, rumamos para Icoaraci (distrito de Belém) em busca da cerâmica marajoara, das praias de rio, de atrativos turísticos e dos restaurantes.
Restaurante Ki-Delícia
O primeiro restaurante que nos chamou a atenção quando passávamos pelo orla foi o Ki-Delicia . O restaurante está instalado em um casarão de madeira colonial de aproximadamente 126 anos. Nem procuramos por outras opções. Fomos pela aparência e acertamos! Lá, experimentamos um dos pratos mais deliciosos da nossa viagem - camarões na chapa, com arroz à grega e purê de batatas. A foto? Bom, como estávamos famintos, infelizmente esquecemos de tirar. Quando lembramos, já estávamos na metade.
Orla do Cruzeiro de Icoaraci
Em toda a orla de Icoaraci há bons restaurantes e quioques com artesanato local.
Cerâmica Marajoara
Saímos em busca das tão faladas cerâmicas marajoara. Encontramos um lojinha bem distante da orla, em uma vilazinha bem simples de Icoaraci e nos encantamos.
Essa lojinha fica no bairro do Paracuri
A cerâmica marajoara é uma coisa muito rica e linda. O preço é tão barato em comparação a beleza, que logo percebemos que não há valorização do trabalho e da arte. Como não podíamos perder a oportunidade de prestigiar essa maravilhosa cultura, levamos amostras de algumas peças.
Saindo da cidade, encontramos a COARTI- Cooperativa dos Artesãos de Icoaraci.
Cerâmica Marajoara
Lá estão expostos e à venda vários tipo de cerâmicas e algumas réplicas das culturas marajoara, paracury e arte rupestre.
Em nossa última manhã na capital paraense, estava em nossos planos almoçar num restaurante muito bem cotado pela Veja, Guia 4 Rodas e um programa da Rádio CBN.
O cardápio
Antes de chegar à Belém já tínhamos ouvido falar muito bem desse restaurante, inclusive está bem cotado pela Veja, Guia 4 Rodas e muito bem recomendado por colunistas da Rádio CBN. O Remanso do Peixefica em uma vilazinha de casas., em um sobrado no final da rua, sem placa e nada que p identifique, exceto pelo manobrista na porta.
A vilazinha e o sobrado
O restaurante é muito aconhegante e o atendimento muito atencioso. O cardápio, como previsto, repleto de sugestões, difícil era escolher. Enquanto decidíamos, pedimos um suco de fruta natural que não poderia ter sido melhor...
Suco de cupuaçu. Delícia, delícia, delícia e zero de polpa congelada!
Entradas
Há várias opões no cardápio para lambiscar. Eu, querendo inovar, acabei pedindo algo assim, bem desafiador para o meu paladar. Decidi experimentar o tal do tucupi. Pedi o Caldinho de tucupi com jambu. Duas colheradas foram suficientes para eu sentir minha boca ficar levemente dormente. Mais algumas colheradas, resolvi parar por ali. Não que estivesse ruim, mas meu paladar não apreciou muito aquele azedinho com um toque de dormência.
Eis o poderoso caldinho
Caldinho de tucupi com jambu
Já o Edu pediu um calinho de peixe delicioso com croutons...
E como prato principal... Filhote ao molho quatro queijos e cebolas servido com arroz branco (porção para duas pessoas(
Sobremesas
Tiramissu de bacuri e Fondant de chocolate meio amargo com sorvete de cupuaçu
Remanso do Peixe Travessa Barão do Triunfo, 2590, casa 64 - Marco Tel.: 91 3228-2477 Belém/PA
Esse restaurante foi descoberto meio que por caso. Estavamos voltando para casa pelo bairro da Lapa, quando um sobrado de fachada vermelha nos chamou a atenção. Pesquisamos e descobrimos o Brasiliani Bar & Forneria. Um dos diferenciais desse restaurante é que as massas e as sobremesas são feitas artesanalmente, e dependendo do prato, pode demorar um pouquinho.
O ambiente é bem agradável, descontraído e sem aqueles exageros das radicionais cantinas italianas da cidade. Do mezanino é possível ter uma vista panorâmica de toda a movimentação do andar de baixo. Dá inclusive pra ver os pratos que estão sendo servidos!
Nossos pedidos:
Entrada
Casquinha de Siri que de acordo com o cardápio ("é com siri mesmo").
Para beberComo não poderia deixar de ser (para nós, claro!) Original!
Pedido da Helena
Melanzana à Mamma (beringela à parmegiana)
Pedido do EduFusilli à Putanesca
O Brasiliani Bar & Forneria fica na Rua Marco Aurélio, 102 - Vila Romana - Lapa (esquina com Rua Tito). Tel.: 11 3875-3915
A Estação da Luz é um marco da arquitetura na cidade de São Paulo. A estação foi aberta ao público pela primeira vez em 1901. Sua parte estrutural é composta por materiais trazidos da Inglaterra e sua arquitetura copiam o BigBen e a Abadia de Westminter.
A estação teve grande importância para a cidade, pois era lá o desembarque quando se vinha à capital. O café foi um grande motivador para a criação da malha ferroviária não só na cidade de São Paulo, mas em todo o estado.
Administrada pela São Paulo RailwayCompany, a empresa pretendia expandir a ferrovia para transportar o café da região de Jundiaí até o Porto de Santos. A era ferroviária durou até o fim da Segunda Guerra Mundial, quando passou a ser substituída por caminhões, aviões e carros. Isso gerou a decadência desse tipo de transporte, culminando na desativação de vários ramais e estações. Os ambientes que restaram, passaram a ser frequentados por mendigos e prostitutas até o seu fechamento.
Em 1996, a prédio foi revitalizado e tombado pelo Patrimônio Histórico. Hoje, a estação abriga os trens da CPTM, que transporta milhões de passageiros para toda a grande São Paulo, como também, abriga o Museu da Língua Portuguesa, inaugurado em 2006.
Todo o entorno da estação está passando por grandes transformações através do ProjetoNova Luz, e promete revitalizar e trazer de volta o que um dia trouxe tanto orgulho para essa cidade.
Se estiver almoçando em Santos/SP, dispense o café do restaurante e vá até a Bolsa/Museu do Cafétomar um delicioso expresso. Aproveite também para conhecer o Museu do Café e conhecer um pouco da história de como o café era comercalizado.
O Palácio do Café foi inaugurado em 1922 para centralizar, organizar e controlar as operações do mercado cafeeiro. Nessa epóca, o café era a principal fonte de riquesa do país.
Na cafeteria do Museu é possível levar café pra casa.
É só escolher o tipo de café/grão, que a moagem é feita na hora.
Em 12 de março de 2009, o Palácio da Bolsa Oficial do Café foi oficialmente tombado pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O Museu do Café fica na Rua XV de Novembro, 95 - Centro -
Definitivamente a melhor Meca Santista que encontramos está no Restaurante Almeida em Santos/SP, na Avenida Ana Costa, 1, na Vila Mathias. Uma porção inteira, com a meca no espeto, risoto de pupunha e farofa de banana e abacaxi é suficiente para três pessoas e ainda sobra! E pra acompanhar, uma cervejinha.
Uma das coisas curiosas desse restaurante, é que ele funciona 24 horas por dia!
Um misto de bar e restaurante, o Almeida foi aberto em 1932 e é um dos mais antigos da cidade.
Famoso por servir o caldo verde (só no inverno), o restaurante também serve a deliciosa meca santista, o linguado a copacabana e o filé mignon a daniel.
Tá aí uma boa pedida pra quem quer comer bem a qualquer hora!
Nossa viagem pelo Paraná com destino à Foz do Iguaçu aconteceu no início de janeiro, logo após o reveilon. O primeiro pit stop foi em Maringá. Infelizmente não deu muito tempo pra conhecer, mas não deixamos de registrar um dos cartões postais da cidade.
Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória
Marco da Tríplice Fronteira
Esse foi o primeiro ponto turístico que visitamos ao chegar em Foz. O Marco brasileiro está às margens do Porto Meira e foi inaugurado em 1903. O marco argentino às margens do Rio Iguaçu e o Marco paraguaio à margem direita do Rio Paraná.
Esse é o Marco do lado brasileiro...
esse do lado argentino...
e esse do lado paraguaio
P.S.: Santa lente tele-objetiva do Edu!
Parque das Aves
Taí um lugar e-x-u-b-e-r-a-n-t-e! No Parque das Aves, é possível interagir com aves e pássaros. Para se ter uma noção, é um passeio de um dia inteiro, mas delicioso. Nesse parque, algumas aves ficam totalmente soltas, como esse tucano do bico amarelo. O encontramos quando estávamos andando por uma passarela - ele estava no corrrimão nos aguardando pra essa foto. :o) O tucano foi uma das aves que mais nos encantou.
Tucano do bico amarelo
Ah! ele adora uma foto!
Tucano do bico verde
O tucano do bico verde é uma das aves que mais encontramos pelo parque. Algumas são até amistosas, permitindo até que se toque nelas (como na foto acima). Mesmo assim, tomamos muita cautela, pois afinal, a bicadinha não é lá muito agradável.
Araras azuis
O viveiro das araras azuis e vermelhas é também incrível. Nesse viveiro, as araras ficam soltas e volta e meia fomos supreendidos com cada rasante sob nossas cabeças. Para a entrada nesse viveiro há uma série de recomendações de segurança, pois são aves não são lá muito amistosas.
Ararajubas
A ararajuba é considerada ave símbolo do Brasil, pois tem as cores da bandeira brasileira. Sua cor amarela (a predominante) é espetacular. Esse casalzinho de ararajubas nem quiseram saber de foto, só de namorar.
Periquitos e ararajuba
Beija-flor
Cataratas do Iguaçu- made in Brazil
Essas sim, podem ser consideradas por nós uma das coisas mais belas que já vimos e sentimos na natureza. A sensção de estar ali, de sentir e de ouvir aqueles milhões de litros de água caindo é indescritível. Em alguns trechos dá pra sentir o vapor da água, e em outros, até se molhar. Para se chegar até os mirantes das quedas, trilhas ou Macuco Safari, há um ônibus turístico (double deck) dentro do parque que deixa em qualquer ponto do parque.
Macuco Safari
O Macuco Safari é mais uma das atrações do Parque Nacional do Iguaçu. Nessa atração, iríamos percorrer uma trilha de aproximadamente 3 kilometros até chegar aos botes. Todo o passeio é acompanhada por guias que vão explicando sobre a flora e a fauna da região. A última parada é no cais do Macuco Safari, na margem brasileira do Rio Iguaçu. Recebemos colete salva- vidas , as instruções e rumamos para o bote.
O passeio (até ali tranquilo) para as quedas...
Olha essa visão... Já estavamos chegando bem pertinho...
e chegando...
A medida que as quedas foram ficando cada vez mais próximas, guardamos tudo dentro de sacos plásticos (máquina fotográfica, documentos, etc) senão não sobraria nada seco. Achamos que o guia foi bem maldoso com o grupo (no bom sentido, claro), Ele se aproximou de uma das quedas, e nós simplesmente ficamos em baixo dela, com aquele mundarel de água caindo, lavando a alma. O incrível, é que ele ficava rodopiando com o bote em baixo daquele monte de água. Foi de lavar a alma! Resumo da história: não precisamos nem dizer que saímos desse passeio completamente encharcados. E como estávamos desprovidos de outra troca de roupa, ficamos molhados a tarde inteira. Mas valeu cada pingo de água das Cataratas do Iguaçu!
Cataratas do Iguaçu - made in Argentina
Claro que não podíamos de deixar de conhecer as cataratas do lado Argentino. Se bem que do lado brasileiro é possível avistar as quedas do lado argentino. Para chegar na argentina, preferimos deixar o carro no Brasil e cruzamos a fronteira de táxi. Ouvimos muitas histórias para que não fôssemos de carro, pois caso algo aconteça com o carro, dá uma canseira danada. Recomendação: entrar no país somente com passaporte ou documento de identidade (não vale outro).
Bandeira argentina hasteada na estação
O mapa do parque
Do lado argentino, o parque de chama Parque Nacional Iguazú. O parque foi criado em um antigo aeroporto. Percebemos, pois a área é bem descampada, e sem árvores grandes para fazer sombra, mas é bem sinalizado, organizado e limpo. Diferentemente do parque brasileiro, a ida até os mirantes é feita de trem (Tren Ecológico de la Selva).
Passeio de trem rumo às cataratas
Uma das primeiras quedas
Confessamos que as cataratas do lado argentino são mais bonitas que as do lado brasileiro. Acreditem, até isso é motivo de piada entre brasileiros e argentinos por lá. Ha!Ha! A bem da verdade é que é mais bonita, porque sê vê as do lado brasileiro. ;o) No Parque Nacional Iguazú tem também um passeio nos mesmos moldes do Macuco Safari. Lá o passeio de chama Jungle Explorer.
Jungle Explorer à direita na foto
Enquanto estávamos no Macuco Safari, vimos um bote do Jungle Explorer saindo.
Esse é Salto Ramirez
Uma das atrações que estávamos loucos para ver, era a principal queda, chamada de Garganta do Diabo. Como era a reta final das quedas argentinas, para chegar lá pegamos o trem novamente. Aliás, para se locomover pelo parque só era possível através desse trem. Por causa disso, achamos que o parque pecou nesse quesito. O parque brasileiro pelo menos, tinha-se a opção de caminhar, caso não quissessemos pegar o ônibus turístico. Já do lado argentino, ficamos amarrados, e éramos "obrigados" a esperar o trem.
"A Garganta Del Diablo"
Olha, muita gente e muita fila! E não era só isso, essa "muita gente" era só estrangeiro. Nos sentimos numa verdadeira torre de babel.
No caminho até a Garganta do Diabo, encontramos esse jacaré solitário...
O início do espetáculo
Pessoas de todos os povos, de várias nações... Ponte sobre a Garganta do Diabo
Na volta do passeio, mais fila. Mas pelo o que vimos, valeu muitíssimo a pena!
Puerto Iguazu
Aproveitamos nosso passeio pelo parque argentino e fomos até a cidade - Puerto Iguazú. (cidade província de Misiones). A cidade tem comércio onde é possível comprar queijos, vinhos, pêssegos, azeitonas, salames e o famoso doce de leite argentino (dulce de leche). Coisas pra turistas mesmo. Como chegamos na hora do almoço, estávamos à procura de um bom restaurante que nos oferecesse as famosas carnes argentinas. Dentre tantas opções que listamos, escolhemos o Aqva Restaurante. Quando chegamos, fomos muito bem recebidos. O som ambiente da casa era puro tango. Gostamos tanto, que pedimos ao maitre o nome das músicas.
De entrada, empanadas de carne e cerveja Quilmes, claro!
Nosso prato
Lomo envuelto com panceta, salsa e vinho Malbec y tarta de papas
Depois do almoço voltamos carregados de azeitonas, doce de leite pêssegos... Hummm
Hidroelétrica de Itaipu
Visitar a Hidroelétrica de Itaipu é um passeio que vale muito a pena. Nós fizemos o Circuito Especial, que inclui o passeio que permite o acesso até o interior da barragem. A construção da usina é recheada de conflitos, guerras, posses de terras até chegar o que temos e vemos nos dias de hoje. Itaipú foi construída e pertence a dois paises - Brasil e Paraguai, Por isso o nome Binacional.
Vista da barragem. As comportas não estava abertas.
Rio Paraná
Condutos. Por esses dutos passam até 700 mil litros de água por segundo
Rotor da unidade geradora de Itaipu em atividade
Itaipu também reune um acervo fotográfico que mostra os estágios da construção da usina.
Os funcionários da usina são brasileiros e paraguaios. De acordo com o guia, tude é muito organizado e todo mundo se entende. Toda a comuniação visual, seja placas de advertência e/ou informação está em três idiomas (espanhol, português e inglês)
do outro lado do muro o Rio Paraná
A sala de controle é algo muito interessante. Ali, os técnicos controlam a operação da usina por meio de computadores e painéis eletrônicos. Uma faixa amarela no chão da sala representa a fronteira entre Brasil e Paraguai. A divisão é apenas simbólica, já que a usina pertence aos dois países.
Estação Sala de Comando Central
Findamos nossa viagem à Foz do Iguaçu. Retornamos pela Regis Bittencourt (BR 116) propositadamente, pois iríamos ficar em Curitiba apenas um dia.
Ficamos no bairro Batel, super bem localizado, de fácil acesso às atrações turísticas, centro, shoppings, etc.
Jardim Botânico
Dispensa apresentações...
Formas geométricas dos jardins em estilo francês
Uma flor dentre muitas do Jardim Botânico
Ópera de Arame
Ponte sobre o lago da Ópera de Arame
Teatro da Ópera de Arame
Pedreira da Ópera de Arame
Por fim, tomamos um dos melhores cafés expressos na cafeteria da Ópera. O atendente (um barista) não se fez por satisfeito até tirar um café perfeito. Delicia!
Para o peixe: 1 posta de meca de 500g 1 dente de alho amassado 1 colher de sopa de azeite 1 colher de sopa de mateiga ½ limão Sal e pimenta branca a gosto 2 camarões pistola limpos Salsinha picada a gosto.
Para o risoto: 2 colheres de sopa de cebola picada 2 colheres de sopa de azeite 1 xícara de chá de arroz 3 xícaras de chá de água fervente 2 cubos de caldo de legumes ½ xícara de chá de cenoura ralada 300 gramas de pupunha em cubos 2 colheres de sopa de manteiga 100 gramas de queijo parmesão fresco (ralado grosso) sal a gosto.
Para a farofa: 2 colheres de sopa de cebola ralada 1 dente de alho amassado ½ xícara de chá de bacon e linguíça calabresa em cubos 1 banana nanica pequena em cubos 1 xícara de chá de farinha de mandioca (grossa) 1 ovo cozido em cubos sal, salsinha e cebolinha verde a gosto azeite e manteiga para refogar.
Preparo
Retire o osso da meca e separe a posta em filés. Tempere com alho, sal e limão. Em uma frigideira quente, coloque azeite e manteiga, apenas para grelhar. Separe. Corte os camarões ao meio, mas sem separar uma das pontas. Tempere com sal e pimenta, frite levemente e coloque sobre o filé da meca.
Risoto de Pupunha: Dissolva os cubos de caldo de legumes nas 3 xícaras de água fervente e reserve, mantendo quente. Refogue a cebola picada no azeite. Quando estiver transparente, acrescente o arroz. Despeje um terço do caldo de legumes e, com o fogo baixo, deixe cozinhar destampado. Quando estiver quase seco acrescente metade do caldo e mexa algumas vezes, para não grudar no fundo da panela. Quando secar novamente, adicione o resto do caldo a cenoura e mexa. Assim que estiver quase sem água, retire a panela do fogo, acrescente a pupunha, a manteiga, que deve estar gelada, e o parmesão. Mexa e sirva imediatamente.
Farofa de Banana: Refogue o bacon e a lingüiça no azeite com manteiga, junte cebola e alho. Quando estiver dourado, junte a banana. Esquente, com cuidado para a banana não desmanchar. Em seguida, coloque a farinha e mexa até dourar. Desligue o fogo e junte o sal, a salsinha e a cebolinha.
Meca Santista (nome do nosso blog) é um delicioso prato típico de Santos/SP, cidade localizada no litoral paulista.
Assim como em várias cidade do país, cada região tem um prato tipico que a representa. Para a cidade de Santos não poderia ser diferente. O prato foi escolhido foi a Meca Santista, preparado com um delicioso peixe. Antes de chegar nesse prato, foi realizada uma pesquisa entre moradores e turistas sobre qual prato representaria melhor a cidade.
A meca é também conhecida como peixe espada. É um peixe de grande porte e pode atingir até 4 metros! O peixe é encontrado em águas profundas e eventualmente se aproxima da costa. No litoral brasileiro, é encontrada na região Sul e Sudeste. Não é um peixe fácil de encontrar e também não é barato. Mas vale a pena, pois carne é saborosa, de textura macia e consistente e ótima para ser grelhada.
Das nossas andanças e das muitas experiências vividas durante nossas viagens, visitas à restaurantes e atrações culturais e turísticas, surgiu a vontade de criar um blog para contar nossas histórias e destacar o que mais gostamos, o que mais nos atraiu, divertiu e emocionou.
Apreciamos a boa gastronomia, gostamos de fotografia (somos amadores) e de explorar e
conhecer lugares nada convencionais. O Eduardo é engenheiro, santista. A Helena é mercadóloga de formação, mas hoteleira de profissão, paulistana. Ambos blogueiros nas horas livres.
Das nossas andanças e das muitas experiências vividas durante nossas viagens, visitas à restaurantes e atrações culturais e turísticas, surgiu a vontade de criar um blog para contar nossas histórias e destacar o que mais gostamos, o que mais nos atraiu, divertiu e emocionou.